Vista da cidade do Rio de Janeiro

Após meses de tensões comerciais, os presidentes do Brasil e dos EUA sinalizam disposição para um novo acordo. Nossa análise destaca o que essa reaproximação pode representar para os mercados e os investidores. Entenda os potenciais impactos.

Temas em destaque

Acordo comercial

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 O presidente do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, e o presidente dos EUA, Donald Trump, finalmente se encontraram pela primeira vez desde que uma tarifa de 50% foi imposta ao Brasil em julho.

Lula destacou que Trump indicou que os dois países poderiam fechar um acordo comercial em breve. Trump também comentou que teve uma “boa reunião” com Lula, mas admitiu não ter certeza se o acordo realmente acontecerá.

Vantagem estratégica

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O Brasil esteve em destaque nas reuniões do FMI, pois se destaca como possível beneficiário do realinhamento estratégico entre EUA e China, devido à sua base de exportação diversificada e estabilidade institucional.

Cenário externo

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O cenário externo continua muito favorável para mercados emergentes. O panorama global atual é caracterizado por crescimento resiliente, tendências de inflação divergentes e gestão monetária cautelosa, sendo o ciclo de afrouxamento do Fed um importante catalisador positivo para ativos de mercados emergentes.

No Brasil, a maioria dos participantes do mercado espera que os cortes de juros comecem em março, mas acreditamos que há uma chance crescente de que isso possa acontecer já em janeiro, à medida que a inflação e as expectativas para a inflação futura estão caindo.

Três pessoas em uma reunião de trabalho

Dinâmica política e do mercado

Vista da cidade de Olinda

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