Historicamente, o cenário macro global tem sido o principal determinante dos fluxos estrangeiros para o Ibovespa. Para o primeiro semestre de 2026, o posicionamento deve priorizar a direção do dólar, o desempenho relativo entre mercados emergentes e desenvolvidos e o apetite global por risco, com as eleições atuando como fator secundário.

Informações-chave

Contexto internacional

Contexto internacional nos anos eleitorais

  1. 1

    2006

    Dólar fraco; mercados desenvolvidos (DMs) e mercados emergentes (EMs) superaram o S&P 500

  2. 2

    2010

    EMs lideraram; S&P 500 pressionado por temores de desaceleração; DMs impactados pela crise da dívida europeia

  3. 3

    2014

    Dólar forte; S&P 500 superou EMs e DMs

  4. 4

    2018

    Dólar forte, juros em alta e guerra comercial; S&P 500 caiu menos que EMs e DMs

  5. 5

    2022

    Bear market global; dólar forte

Perguntas frequentes

Por que isso importa

Ilustração de uma mão segurando um megafone com um ponto de exclamação vermelho ao lado, simbolizando anúncio ou alerta.

O que observar

Ilustração de um ponto de interrogação vermelho com linhas ao redor, representando dúvida ou pergunta
  • Os fatores globais: a dinâmica eleitoral tende a ter papel secundário nos fluxos estrangeiros
  • Direção do dólar em 2026: principal fator histórico para fluxos em mercados emergentes (EMs) e no Ibovespa
  • Dinâmica entre mercados emergentes e desenvolvidos: quando os mercados emergentes superam os desenvolvidos, o Brasil tende a receber mais fluxo
  • Apetite global por risco: choques externos podem dominar o comportamento dos fluxos, independentemente do cenário político doméstico

 

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