UBS Investor Watch: Saiba seu valor

No último UBS Investor Watch, nós realizamos uma extensa pesquisa para verificar a interação financeira das mulheres no mundo

Nós perguntamos: Como as mulheres no mundo todo alcançam a segurança financeira? Elas estão totalmente inteiradas com as decisões financeiras que possam afetá-las? E se não estão, por qual motivo?

Observe mais de perto as descobertas

Aqui o que descobrimos…

Situação atual

As mulheres estão percebendo que suas necessidades financeiras de longo prazo são importantes...

O período de vida está aumentando em todo o mundo - e muitas mulheres esperam viver uma vida longa. Por exemplo, 68% preveem que viverão mais do que os seus cônjuges. Sabendo que elas podem viver mais, as mulheres sentem que suas necessidades financeiras de longo prazo são mais importantes.


As mulheres sabem que podem viver uma vida longa


…mas elas estão delegando as decisões financeiras de longo prazo

Globalmente as mulheres sabem que viver mais pode afetar suas finanças, elas tendem a lidar mais com tarefas financeiras de curto prazo, como administrar as despesas diárias da casa e pagar contas. Mas no Brasil, 55% das mulheres controlam ou dividem as decisões financeiras de longo prazo como investimento e seguro, em comparação com 58% globalmente.


Muitas mulheres no Brasil se envolvem em decisões financeiras de longo prazo

Papel no investimento a longo prazo e decisões de planejamento financeiro


Por que tantas mulheres se concentram em suas finanças de curto prazo e não em suas necessidades de longo prazo?

Saiba mais sobre a situação agora


Encontre sua voz

Inicie uma conversa com seu cônjuge

Alguns casais se sentem desconfortáveis falando sobre dinheiro. Mas pergunte a si mesmo, se você se encontrasse sozinha amanhã, que medidas você tomaria para se certificar de que estava financeiramente segura? Mesmo se você é solteira, conversar abertamente com um amigo ou consultor financeiro em quem confia pode mudar sua vida para melhor.

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Por quais razões

Muitas mulheres  caem nos papéis tradicionais de gênero

Há muitas razões pelas quais as mulheres deixam as decisões sobre como investir e planejar finanças para seus cônjuges. Para 93% das brasileiras que delegam, a razão principal é que elas pensam que seus cônjuges sabem mais sobre finanças e investimentos.


Há muitas razões diferentes pelas quais as mulheres deixam as decições financeiras de longo prazo a seus cônjuges….

Porcentagem de mulheres no Brazil que afirmam o seguinte como razões para não participar


… e muitas buscam  outras ajudas quando de repente  se tornam solteiras

Porcentagem de  divorciadas e viúvas no Brasil que buscam suporte para as necessidades financeiras

Por que deixar de planejar o futuro é tão arriscado?

Como as razões diferem em todo o mundo?


Seja confiante

Embora as mulheres e os homens digam que estão confiantes quando tomam decisões, ainda há uma alta porcentagem de mulheres que subestimam a sua capacidade e superestimam o que é preciso para estar envolvida em decisões financeiras de longo prazo. Elas também pensam que os homens são mais conhecedores sobre o assunto. Mas se envolver não significa que você precisa ser uma especialista. Significa apenas dar o passo e se tornar mais consciente.

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Conselho

Muitas mulheres lamentam não ter se envolvido mais cedo em importantes decisões financeiras

As mulheres muitas vezes não percebem os riscos de não se envolver em grandes decisões financeiras até que elas se divorciem ou seu cônjuge morra.  74% das viúvas  e divorciadas brasileiras ficaram surpresas sobre suas finanças depois que elas se dovirciam ou seu cônjuge morre.

Mas as mulheres não precisam fazer isso sozinhas. Na verdade,  mulheres que lidam com as decisões financeiras de longo prazo no relacionamento com seus cônjuges  relatam níveis crescentes de satisfação. 95% das brasileiras que compartilham as decisões possuem alto nível de confiança no futuro,  sentem-se menos preocupadas com dinheiro  (95%) e cometem menos erros financeiros (95%).

Com isso em mente, oito em cada dez viúvias e divorciadas (84%) no Brasil  aconselham outras mulheres a se envolverem mais  nas suas finanças  da casa. Uma porcentagem similar (88%) também aconselha as mulheres a se educarem sobre finanças para estarem preparadas para todas as possibilidades.


Mulheres que participam igualmente com seus cônjuges aproveitam os benefícios das decisões compartilhadas...

Porcentagem de brasileiras que lidam com as decisões financeiras de longo prazo no relacionamento com seus cônjuges


… o que as leva a recomendar  que as mulheres casadas assumam o controle das suas finanças

Porcentagem de brasileiras viúvas ou divorciadas que aconselham o seguinte para mulheres casadas


O que Édéenne aconselha?

A fundadora e CEO da Maison Édéenne teve dificuldade em aprender a lidar com suas finanças quando se divorciou. Assista o vídeo.

Como as mulheres mais jovens planejam suas finanças?


Saiba o seu valor

Saiba onde você está hoje e o que você quer para o futuro

Aproveite o tempo para adicionar seus ativos e passivos, como empréstimos, crédito e outras dívidas, e pergunte ao seu cônjuge para ser claro sobre eles.

Faça algumas perguntas para entender melhor suas necessidades

O que você quer realizar na vida?
Quem são as pessoas que mais importam para você?
O que você quer que seu legado seja?
Com o que você está mais preocupada?
Como você planeja alcançar seus objetivos?

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Quer saber mais sobre as descobertas em cada região?

Sobre a pesquisa: Conforme a expectativa de vida das mulheres aumentam e o índice de divórcio permanece alto, mais mulheres podem se encontrar responsáveis por suas próprias finanças. O UBS Global Wealth Management promoveu uma pesquisa para avaliar o nível da participação financeira das mulheres e o nível de satisfação delas referente ao assunto. De setembro de 2017 a janeiro de 2019, o UBS conversou com 3,652 mulheres. Dessas 3.390 mulheres, 2.251 eram casadas com no mínimo $ 1 milhão em bens a serem investidos. As demais mulheres (1.401) se divorciaram ou ficaram viúvas nos últimos cinco anos. Elas tinham no mínimo $ 250 mil em bens a serem investidos. O UBS também conduziu entrevistas aprofundadas com 71 entrevistadas do sexo feminino. A amostra global completa foi dividida entre 9 mercados: Brasil, Alemanha, Hong Kong, México, Singapura, Suíça, Itália, Reino Unido e EUA.