UBS Investor Watch: Saiba o seu valor

No último UBS Investor Watch, nós realizamos uma extensa pesquisa para verificar a interação financeira das mulheres no mundo.

Nós perguntamos: Como as mulheres no mundo todo alcançam a segurança financeira? Elas estão totalmente inteiradas com as decisões financeiras que possam afetá-las? E se não estão, por qual motivo?

Observe mais de perto as descobertas

Aqui o que descobrimos...

Situação atual

As mulheres estão percebendo que suas necessidades financeiras de longo prazo são mais importantes...

O período de vida está aumentando em todo o mundo - e muitas mulheres esperam viver uma vida longa. Por exemplo, 68% prevêem que viverão mais do que os seus cônjuges. Sabendo que elas podem viver mais, as mulheres sentem que suas necessidades financeiras de longo prazo são mais importantes em áreas como planejamento para a aposentadoria, saúde de longo prazo e seguro.


As mulheres sabem que podem viver uma vida longa


As necessidades financeiras de longo prazo das mulheres

Porcentagem de mulheres que mencionaram cada item como prioridade

… mas muitas mulheres focam mais em atividades financeiras de curto prazo

Embora as mulheres saibam que viver mais pode afetar suas finanças, elas tendem a lidar mais com tarefas financeiras de curto prazo, como administrar as despesas diárias da casa e pagar contas. Apenas 23% das mulheres lideram o caminho em decisões financeiras de longo prazo, como investimentos e seguros - que podem fazer muito mais pelo seu futuro do que o orçamento diário.


Muitas mulheres não se envolvem em decisões sobre finanças de longo prazo

Papel no investimento a longo prazo e decisões de planejamento financeiro

Por que tantas mulheres se concentram em suas finanças de curto prazo e não em suas necessidades de longo prazo?

Saiba mais sobre a situação agora


Encontre sua voz

Inicie uma conversa com seu cônjuge

Alguns casais se sentem desconfortáveis falando sobre dinheiro. Mas pergunte a si mesmo, se você se encontrasse sozinha amanhã, que medidas você tomaria para se certificar de que estava financeiramente segura? Mesmo se você é solteira, conversar abertamente com uma amiga, um amigo ou consultor financeiro em quem confia pode mudar sua vida para melhor.

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Por quais razões

Muitas mulheres acham que os homens sabem mais sobre como investir e planejar finanças

Há muitas razões pelas quais as mulheres deixam as decisões sobre como investir e planejar finanças para seus cônjuges. Isso inclui querer lidar com outras tarefas, não estar interessada ou até mesmo que seus cônjuges as desencorajem. Mas a principal razão é a falta de confiança em lidar com as finanças de longo prazo.


Razões pelas quais as mulheres deixam decisões de investimento a longo prazo para seu cônjuge

Percentagem de mulheres que citam os itens abaixo como motivos para delegarem a seus cônjuges


Por que deixar de planejar o futuro é tão arriscado?

Como as razões diferem em todo o mundo?


Comece

A vida pode ser cheia de surpresas. As mulheres costumam delegar grandes decisões financeiras embora saibam que são importantes para o seu futuro. Elas subestimam suas próprias habilidades e superestimam o que é preciso para se envolver nessas decisões. Estar envolvido não significa que você precisa ser uma especialista. Significa apenas se tornar mais consciente e estar preparada para as eventualidades da vida. A confiança financeira conta muito na vida. Ela pode capacitá-la a assumir o controle de sua riqueza - e alcançar seus objetivos ao longo da vida.

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Conselho

Muitas mulheres lamentam não ter se envolvido mais cedo em importantes decisões financeiras

As mulheres muitas vezes não percebem os riscos de não se envolver em grandes decisões financeiras até que elas se divorciem ou seu cônjuge morra. Algumas ficaram surpresas ao descobrir dívidas que elas não conheciam e economias que não eram suficientes para viver confortavelmente. Olhando para trás, 76% das viúvas e divorciadas gostariam de ter se envolvido mais, enquanto 77% recomendam que outras o façam.


Viúvas e divorciadas encorajam outras a se envolverem mais em suas finanças

As mulheres que compartilham decisões igualmente com seus cônjuges desfrutam de alguns benefícios importantes

As mulheres que trabalham com seus cônjuges em decisões financeiras de longo prazo têm maior probabilidade de estarem financeiramente seguras e se sentirem mais positivas em relação ao futuro. Por exemplo, nove entre dez mulheres que decidem em conjunto com seus cônjuges se sentem mais confiantes sobre suas finanças.


Os benefícios de compartilhar decisões

Porcentagem de mulheres que compartilham decisões financeiras de longo prazo


O que Édéenne aconselha?

A fundadora e CEO da Maison Édéenne teve dificuldade em aprender a lidar com suas finanças quando se divorciou. Assista o vídeo.

Como as mulheres mais jovens planejam suas finanças?


Saiba o seu valor

Saiba onde você está hoje e o que você quer para o futuro

Aproveite o tempo para adicionar seus ativos e passivos, como empréstimos, crédito e outras dívidas, e pergunte ao seu cônjuge para ser claro sobre eles.

Faça algumas perguntas para entender melhor suas necessidades

O que você quer realizar na vida?
Quem são as pessoas que mais importam para você?
O que você quer que seu legado seja?
Com o que você está mais preocupada?
Como você planeja alcançar seus objetivos?

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Sobre a pesquisa: Conforme a expectativa de vida das mulheres aumentam e o índice de divórcio permanece alto, mais mulheres podem se encontrar responsáveis por suas próprias finanças. O UBS Global Wealth Management promoveu uma pesquisa para avaliar o nível da participação financeira das mulheres e o nível de satisfação delas referente ao assunto. De setembro de 2017 a janeiro de 2019, o UBS conversou com 3.652 Dessas 3.652 mulheres, 2.251 eram casadas com no mínimo $ 1 milhão em bens a serem investidos. As demais mulheres (1.401) se divorciaram ou ficaram viúvas. Elas tinham no mínimo $ 250 mil em bens a serem investidos. O UBS também conduziu entrevistas aprofundadas com 71 entrevistadas do sexo feminino. A amostra global completa foi dividida entre 9 mercados: Brasil, Alemanha, Hong Kong, México, Singapura, Suíça, Itália, Reino Unido e EUA.