{
	"ova_anoReferencia": 2025,
	"ova_conteudo": [
		{
			"texto": "Gerenciar e controlar o risco é um elemento central das atividades comerciais do Grupo UBS Brasil  e o risco é uma consequência inevitável da condução dos negócios bancários. Portanto, o objetivo é identificar e entender os principais riscos em uma base atual e prospectiva, entender as concentrações potenciais de risco, definir níveis de tolerância ao risco e gerenciar o negócio com um equilíbrio adequado entre risco e retorno, dentro dos níveis de tolerância ao risco aprovados pelo UBS Brasil ExCo (Diretoria Executiva). Em última análise, o Grupo UBS Brasil é responsável por garantir que os riscos assumidos estejam alinhados com as prioridades e valores estratégicos e dentro das tolerâncias de assunção de riscos. Os principais fundamentos para uma cultura sólida de gerenciamento e controle de riscos incluem: •	O UBS Brasil ExCo, que analisa e aprova: (i) os níveis gerais de tolerância ao risco, (ii) a estratégia do Grupo UBS Brasil executável dentro da tolerância ao risco definida, e a (iii) estrutura de gerenciamento integrado de risco; •	A Alta Administração do Grupo UBS Brasil que incute uma cultura de risco sólida e robusta, alinhando o planejamento de negócios, a execução e as medições e decisões de desempenho dentro das tolerâncias de risco aprovadas pelo UBS Brasil ExCo; •	Líderes/equipes de gerenciamento de negócios que tornam a identificação, avaliação, medição e gerenciamento de riscos componentes críticos de sua execução diária de negócios; •	Funções independentes e eficientes de controle de risco que garantam um bom acompanhamento e supervisão das atividades e forneçam medição e comunicação transparentes do risco/desempenho; •	Processos de gestão de talentos que fornecem níveis suficientes de planejamento de sucessão para cargos-chave e desenvolvem, atraem e retêm níveis pessoais apropriados para garantir que a administração, os colaboradores responsáveis ou aqueles que influenciam as decisões de risco material tenham o conhecimento, e as habilidades para identificar, medir, monitorar e controlar efetivamente os riscos relevantes; •	Todos os colaboradores do Grupo UBS Brasil devem entender e cumprir os Padrões de Governança, o Código de Conduta e Ética e os Princípios de Recompensa Total, e aderir aos principais comportamentos de responsabilidade com integridade, colaboração e inovação. A gestão e o controle de riscos a nível das instituições destinam-se a apoiar as decisões de risco/retorno. A governança abrangente, juntamente com processos alinhados de risco, conformidade e finanças, são projetados para ajudar a proteger o Grupo UBS Brasil de danos à sua solidez financeira, desempenho e reputação. Ao mesmo tempo, os processos de gerenciamento e controle de risco ajudam a garantir que os objetivos de risco e retorno sejam adequadamente equilibrados, a fim de alcançar ganhos e crescimento sustentáveis. Os níveis de apetite ao risco propostos são revisados e aprovados com periocidade mínima anual pelo UBS Brasil ExCo e monitorados mensalmente no Brazil Risk and Capital Committee (BRCC).  A estrutura de apetite ao risco, assim como os princípios e governança de riscos estão detalhados na Política de Gestão de Riscos do Grupo UBS Brasil.   O conglomerado prudencial do Grupo UBS Brasil, resultante da integração com as entidades do Grupo Credit Suisse Brasil a partir de  1o de julho de 2024, é composto pelas seguintes  entidades legais: Banco de Investimentos UBS (Brasil) S.A., Banco UBS (Brasil) S.A., UBS BB Banco de Investimento S.A., UBS BB Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A., UBS (Brasil) Corretora de Valores S.A., UBS Brazil Bahamas Limited, UBS Próprio Fundo de Investimento Financeiro – Multimercado Crédito Privado, Credit Suisse “Próprio” Market Maker Fundo de Investimento Financeiro -  Multimercado, UBS Brazil Access Fund Limited, designadas em conjunto como “Grupo UBS Brasil” ou “Conglomerado Prudencial”.",
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		},
		{
			"texto": "A estrutura de governança de risco permite a identificação, medição, avaliação, monitoramento, reporte, controle e mitigação de cada família de risco, incluindo o risco de efeitos adversos decorrentes das interações entre eles. Destina-se a stakeholders internos e externos, incluindo colaboradores do Grupo UBS Brasil, a Alta Administração e aos membros do UBS Brasil ExCo. Ela foi desenvolvida levando em consideração o tamanho, a complexidade e o perfil de risco do Grupo UBS Brasil e para se alinhar às expectativas regulatórias e melhores práticas de governança. Os principais objetivos da estrutura de governança de risco do Grupo UBS Brasil são: •	Definir uma forte cultura de risco que influencie as práticas de governança e promova decisões de risco alinhadas com a RAS do Conglomerado Prudencial; •	Estabelecer uma abordagem segura e sólida para a gestão de riscos por meio da governança de riscos; •	Manter um processo de planejamento estratégico que forneça transparência e consistência, bem como alinhamento com metas organizacionais mais amplas em relação ao apetite e cultura de risco; •	Criar um sistema sólido de gerenciamento de riscos que identifique, avalie, monitore e controle os riscos do Conglomerado Prudencial; e •	Definir práticas prudentes de remuneração e desempenho. A estrutura organizacional de gerenciamento de riscos do Grupo UBS Brasil segue as melhores práticas de mercado bem como as exigências locais regulatórias. As responsabilidades sobre o gerenciamento de risco no UBS estão estruturadas em três linhas de defesa: •	Primeira linha de defesa: as áreas de negócio, que realizam a gestão dos riscos por elas originados;  •	Segunda linha de defesa: é uma unidade integrada, única e independente que executa os controles dos riscos de forma a assegurar que os riscos do UBS sejam gerenciados de acordo com o apetite de risco, as políticas e os procedimentos estabelecidos. A unidade Group Risk Control (GRC) possui a estrutura de áreas especificas para o gerenciamento dos riscos de mercado, crédito, liquidez, social, ambiental e climático e riscos não financeiros. •	Terceira linha de defesa: a auditoria interna realiza a avaliação independente das atividades desenvolvidas na instituição, verificando a efetiva implementação do gerenciamento dos riscos e o cumprimento das normas internas e regulatórias. O UBS Brasil ExCo é o responsável final pelo estabelecimento, aprovação, supervisão e revisão da estrutura de gestão e governança de riscos do Grupo UBS Brasil, estratégias e limites, e pela implementação do acima exposto pela administração. Para gerenciar adequadamente o risco representado pela estratégia do Grupo UBS Brasil, o UBS Brasil ExCo garante que o nível de especialização dos colaboradores esteja adequado as tarefas a serem realizadas, bem como as suas responsabilidades estejam bem definidas, de forma a manter um padrão de excelência que a indústria bancária local e os reguladores exigem. O Grupo UBS Brasil possui alguns comitês que auxiliam no gerenciamento de riscos da instituição e tem como responsabilidade a revisão contínua da estrutura de gerenciamento e controle de riscos e capital, como o BRCC.",
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		},
		{
			"texto": "O Grupo UBS Brasil promove a cultura de riscos e isto afeta a forma de como agir e está firmemente enraizada nas três chaves para o sucesso: Pilares, Princípios e Comportamentos. Para ajudar a garantir que a cultura promova os objetivos estratégicos, as três chaves para o sucesso foram atualizadas em junho de 2021 para refletir o propósito, promessa ao cliente e imperativos estratégicos. O Grupo UBS Brasil mantém o 'Código de Conduta e Ética', que estabelece os princípios e práticas que são obrigatórios para todos os colaboradores, incluindo os membros do UBS Brasil ExCo, seguirem sem ressalvas. O Código de Conduta e Ética se aplica em todas as circunstâncias. O UBS não tolera violações do Código ou de outras políticas e regras internas e externas e tomará as medidas apropriadas para lidar com as violações. Diversos treinamentos são realizados periodicamente para os colaboradores de forma que estes tomem ciência dos riscos envolvidos nas suas atividades e inerentes aos negócios do Grupo UBS Brasil, e como agir tempestivamente caso necessário. O UBS também disponibiliza canais para comunicar os incidentes relacionados ao risco operacional, que possam prejudicar a reputação e/ou causar prejuízos para o Grupo UBS Brasil. Todos os colaboradores e terceiros têm a responsabilidade de reportar tempestivamente os incidentes.",
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		},
		{
			"texto": "A estrutura de apetite ao risco do Grupo UBS Brasil é uma base crítica da cultura de risco do UBS, conforme estabelecido pelas 3 chaves para o sucesso, ou seja, Pilares, Princípios e Comportamentos. O Grupo UBS Brasil atua para o benefício dos clientes e acionistas, colocando a tomada de riscos de forma prudente e disciplinada no centro de todas as decisões. A estrutura de apetite ao risco do Grupo UBS Brasil foi projetada para garantir que a assunção de riscos em todos os níveis da organização esteja alinhada com os padrões de governança, prioridades estratégicas, planos de capital e liquidez, bem como os Pilares, Princípios e Comportamentos. A estrutura adota uma abordagem abrangente, integrando todos os riscos materiais em toda a empresa e é projetada para proteger a franquia e a reputação do UBS. Os riscos são uma consequência inerente de estar no negócio, e a identificação, medição, captação, gerenciamento e controle de riscos são elementos centrais das atividades comerciais da empresa. O objetivo não é eliminar todas as fontes de risco, mas sim identificar e entender os riscos e potenciais concentrações de risco e alcançar um equilíbrio adequado entre risco e retorno, aderindo sempre aos Pilares, Princípios e Comportamentos.",
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		{
			"texto": "Os relatórios de risco fornecem uma compreensão completa dos principais riscos em todo o Grupo UBS Brasil para que as ações apropriadas possam ser tomadas à luz dos riscos emergentes ou crescentes. Eles apoiam as necessidades diárias de tomada de decisão dos gestores de risco e fornecem informações para entender o perfil de risco e o desempenho, incluindo materiais para o UBS Brasil ExCo, a Alta Administração e os reguladores. Assim, os relatórios de risco fornecem detalhes correspondentes à extensão e variabilidade dos riscos e fornecem cobertura de riscos materiais e emergentes, bem como informações relacionadas ao estresse e à crise. No caso de uma violação da tolerância ao risco, os processos de escalonamento estão em vigor para garantir uma resposta oportuna e robusta que seja consistente com o nível de risco. Os responsáveis pelo risco devem garantir que a exposição ao risco e as respectivas utilizações sejam continuamente revisadas, avaliadas, monitoradas e desafiadas por meio de discussões entre a 1ªLOD (linha de defesa) e a 2ªLOD (linha de defesa), bem como o BRCC e, se necessário, encaminhadas ao UBS Brasil ExCo. Os responsáveis pelo risco devem fornecer uma atualização com relação a qualquer RAI (Risk Appetite Indicator) que esteja acima dos limites de apetite de risco definidos, incluindo uma análise de causa raiz e um plano de ação corretiva proposto que garanta a correção oportuna.",
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		},
		{
			"texto": "A estrutura interna de testes de estresse do Grupo UBS Brasil está alinhada com a estrutura de apetite ao risco e gerenciamento de risco do UBS. A estrutura de testes de estresse do Grupo UBS Brasil desempenha um papel central em seu apetite ao risco e processos de planejamento de negócios, pois permite garantir que a assunção de riscos em todos os níveis da organização esteja alinhada com as prioridades estratégicas, planos de capital e liquidez, bem como aos Pilares, Princípios e Comportamentos. O teste de estresse calcula o impacto de um cenário adverso na carteira, tendo em conta a cadeia de causalidade pela qual surgiriam perdas se o cenário se desenrolasse. O teste abrange: •	Compreender os riscos materiais; •	Avaliar o impacto de concentrações de risco significativas; •	Prescrever o uso de suposições e parâmetros que sejam adequadamente severos; e •	Ser claramente documentado e que detalhe os seguintes aspectos: a)	Governança e processos relacionados com o programa; b)	Objeto, frequência e metodologia de cada teste de esforço; c)	Ações destinadas a corrigir as insuficiências reveladas pelo programa, incluindo uma avaliação da sua viabilidade em períodos de tensão; d)	Metodologias para a definição de cenários relevantes, quando tais metodologias são empregadas; e)	Papel desempenhado pelos especialistas da instituição nas definições relacionadas com os testes de estresse; e f)	Limitações metodológicas dos testes de estresse, incluindo aquelas relacionadas à seleção de modelos, seus pressupostos e bancos de dados utilizados. O programa de testes de estresse se conecta com várias atividades/controles do Grupo UBS Brasil: 1)	Plano de capital; 2)	RAS (Risk Appetite Statement); e 3) 	Plano estratégico do Grupo UBS Brasil. Os resultados e a solvência do Grupo UBS Brasil podem ser afetados adversamente sob estresse, principalmente nas seguintes áreas de risco: •	Risco de crédito: o risco de perda resultante do não cumprimento de suas obrigações contratuais por um cliente ou contraparte para com o Grupo UBS Brasil. Isso inclui risco de liquidação, risco de subscrição de empréstimos e risco de contágio. •	Risco de mercado (carteira de negociação e bancária): o risco de perda resultante de movimentos adversos nas variáveis de mercado. O risco de mercado inclui o risco do emissor e o risco de investimento. •	Risco-país e risco de transferência: o risco de perdas resultantes de eventos específicos do país. •	Risco de liquidez: o risco da empresa não ser capaz de atender com eficiência aos fluxos de caixa atuais e previstos, esperados e inesperados, e às necessidades de garantias sem afetar as operações diárias ou a condição financeira da empresa. •	Risco de captação: o risco de que a empresa não consiga, de forma contínua, emprestar fundos no mercado de forma não garantida (ou mesmo garantida) a um preço aceitável para financiar compromissos reais ou propostos, ou seja, o risco de que a capacidade de financiamento do Grupo UBS Brasil não seja suficiente para apoiar os negócios atuais da empresa e a estratégia desejada. •	Risco cambial estrutural: risco de redução do capital em função de variações cambiais com efeito adverso sobre o capital mantido em moedas diferentes do real. •	Risco não financeiro: o risco de consequências negativas devido ao Risco de Compliance (não cumprimento de leis, regras e regulamentos, políticas e procedimentos internos e código de conduta e ética da empresa), Risco de Crime Financeiro (falha na prevenção de crimes financeiros) e Risco Operacional (processos internos, pessoas, sistemas inadequados ou com falha ou de eventos externos). •	Risco de negócios: o potencial impacto negativo nos lucros de volumes de negócios e/ou margens abaixo do esperado, na medida em que não sejam compensados por uma diminuição nas despesas. O UBS Brasil ExCo revisa e aprova o plano de estresse integrado do Grupo UBS Brasil.",
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		},
		{
			"texto": "Para mitigar os riscos tomados, o Grupo UBS Brasil definiu limites e alertas (flags) para os diversos riscos assumidos, que são acompanhados periodicamente. Também, a fim de mitigar os riscos tomados, o Grupo UBS Brasil estabeleceu planos de contingência para: 1)	Recuperação de desastre; 2)	Liquidez; e 3)	Capital.",
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		},
		{
			"texto": "O Grupo UBS Brasil mantém um processo de gerenciamento de capital com o objetivo de assegurar um nível de Patrimônio de referência adequado às suas necessidades e que possibilite a manutenção e o desenvolvimento das operações de suas entidades, além de atender aos requisitos previstos na Resolução CMN 4.557/17.  Esse processo tem por finalidade garantir que o capital do Grupo UBS Brasil seja suficiente para suportar o desenvolvimento das atividades conduzidas pelas empresas que o integram, além de fazer face aos riscos por elas incorridos. O processo de gerenciamento de capital do Grupo UBS Brasil considera o ambiente econômico no qual as empresas integrantes do Conglomerado Prudencial atuam, e é compatível com a natureza de suas operações, complexidade dos produtos e serviços e o nível de exposição aos riscos. Esse processo é efetuado de forma contínua visando um adequado e frequente acompanhamento dos níveis de capital para a identificação tempestiva de eventos futuros que possam requerer maiores níveis de capital. Como parte do processo de gerenciamento de capital, o UBS implementou indicadores de monitoramento, que consideram não só condições normais de mercado, mas também situações de estresse.  Conforme exigido pela Resolução CMN 4.557/17, foi implementada uma estrutura de gerenciamento de capital que é composta pelo Diretor de Gerenciamento de Capital e pelas áreas de Tesouraria, Finanças e Risco (GRC). Foi elaborado também um Plano de Capital abrangendo um período mínimo de 36 meses que considera os seguintes principais aspectos:  •	Projeção de resultados das empresas integrantes do Conglomerado;  •	Ambiente econômico e de negócios; e •	Impactos de novas estratégias/negócios. O monitoramento do capital regulatório e de suas projeções é feito pelo BRCC e pelo ALFO (Fórum de Ativos e Passivos) que se reúnem mensalmente para a revisão dos indicadores, discussão e avaliação de potenciais impactos do nível de capital requerido devido a alterações nos ambientes econômico e regulatório sobre as projeções realizadas e/ou de decisões estratégicas do Grupo UBS Brasil.",
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